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Marilena de Oliveira e J. Zula de Oliveira (1978) “Harmonia Funcional: 5 Leis tonais”. Volume com 84 pgs. contendo a teoria, as regras e a prática da Harmonia Funcional. Editado pela Cultura Musical Ltda. São Paulo, SP. É um método de estudar a harmonia clássica e romântica que se destaca por ter como premissa o reconhecimento das funções dos acordes dentro do contexto musical.

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Marilena de Oliveira e J. Zula de Oliveira (2005). “O Regente regendo o quê?” Volume com 125 pgs. Publicação da Lábaron Gráfica e Editora ltda.São Paulo, SP. Nossa intenção ao escrever este livro sobre regência coral foi subsidiar com propostas e “suaves” críticas a prática coral, pois sabemos que ela é uma via de bom procedimento, de saúde, de alegria, de lazer. Ela faz as pessoas mais humanas, mais receptivas e mais resistentes às adversidades. Quem canta seus males espanta, mas é preciso cuidado para não espantar para cima de quem ouve, seja por culpa dos coralistas seja por culpa do regente. Estudar regência é uma opção acertada para quem se dispõe a fazer um trabalho sério e conta com a colaboração de seus cantores.O livro dá dicas de procedimento que levam ao sucesso garantido nesta atividade. Aponta também para procedimentos que, com certeza, levam ao fracasso de um coral, Foi escrito admitindo que regente e coro se entrelaçam e andam juntos. Cada um tem seu papel para o sucesso ou para o fracasso. Tem exposição original em vários aspectos. O caráter divertido desta atividade não foi esquecido e está expresso na linguagem usada e nas caricaturas distribuídas através do texto.

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J. Zula de Oliveira e Marilena de Oliveira (1977). “Prática de Estruturas Musicais 1 e 2” Dois volumes com 60 e 106 pgs. respectivamente, editados , o 1º pela MCA do Brasil e o 2º pela Org. Limark Control Prod e Editora Musical. São Paulo, SP. (Ambos esgotados).

  

Frei Honorato Pinto de Queiroz ofm. (2005). “Cantando Contos de Ipuarana” (Ed. de J. Zula de Oliveira). Volume com 126 pgs. Publicação da Lábaron Gráfica e Editora ltda.Contém 63 cantos (profanos e religiosos, para coro misto e de vozes iguais, acompanhadas e “a capella”). “Cantando Contos de Ipuarana”, é o reconhecimento de um grande músico que se abrigou nas sombras dos claustros do Seminário Franciscano de Ipuarana, Lagoa Seca, Paraíba. A Música de Frei Honorato Pinto de Queiroz Primo, ofm., hoje João Pinto de Queiroz Primo, marcou uma época em Ipuarana. Seus ritmos bem brasileiros foram cantados pelo coro do Seminário em vários lugares (Teatro Santa Isabel, Recife, Teatro Santa Rosa, João Pessoa e outros em cidades como Campina Grande, Puxinanã, Areias etc.).

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Joaquim Alves de Oliveira (2003) “Pena sob luz de Lamparina” ((Ed. de J. Zula de Oliveira). Volume com 241 pgs. Ensaio sobre a cultura regional nordestina, editado pela Lábaron Gráfica e Editora ltda. “Pena sob luz de Lamparina” desperta sua curiosidade pelo passado de uma terra, que pode ser ou não ser a sua, mas torna-se universal pela riqueza de suas informações. “Pedra do Encosto” era uma terra do abandono, do primitivismo de um povo confinado em si mesmo. Vocabulário restrito e específico, nada de efeitos da civilização das cidades. Tudo lembra a colonização com todos os seus repiques. O autor conseguiu retratar o que por lá e pela redondeza ocorreu entre os anos de 1772 a 1943, tudo escrito sob a ótica de Joaquim Alves de Oliveira, que se revelou um autêntico jornalista empírico. Sua pena foi abrangente e foi fiel. É um livro no qual:
• você encontra o fascínio de ler histórias verídicas que mais parecem lendas; 
• você encontra a perseverança, a coragem, a alegria e a tristeza de quem vivia em uma região esquecida pela civilização;
• você vive as alegrias de um bom inverno e o desespero da morte de bichos e pessoas frente às secas mais cruéis;
• você pode até encontrar o fio da meada de sua história perdida na genealogia local não escrita por outros;
• você tem notícias impregnadas de realismo dos atos do cangaço e da patifaria de alguns “mandões” sem escrúpulos que imperaram na região, no Ceará e por que não dizer, do Brasil de então.
Se você é, e mesmo não sendo da região, com certeza vai se espelhar na saga de Joaquim Alves de Oliveira.

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