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J. Zula de Oliveira (2005). “O que é Harmonia Funcional”. Folheto com 12 pgs, (É uma Introdução ao Livro Harmonia Funcional), editado pela Lábaron Gráfica Editora Ltda. Neste trabalho fazemos uma breve exposição do que entendemos por “harmonia funcional”, estabelecendo, mesmo que superficialmente, um paralelo entre os dois métodos de estudar harmonia: o “tradicional” (a exemplo de Paul Hindemit) e o “funcional” (a exemplo de Hermann Grabner, H. J. Koellreutter, E. Widmer). A publicação contém um diagrama em espiral que ilustra bem as funções de cada acorde dentro do campo harmônico tonal. 
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José Zula de Oliveira (2004 a 2006). “Aprendendo Música com qual Hemisfério Cerebral: uma Introdução à Música de todos os tempos: Teoria e Prática (publicação em Cadernos):

Caderno 1: a) Introdução à Cognição Musical: Audição, Cognição e Especialização Hemisférica para a Música, b) Entoação Livre: exercícios; b) Afinação fina do ouvido. Mais informações sobre a neuropsicologia da música; c) Batizando os sons musicais. c) Um pouco de informação sobre Intervalo.
Caderno 2: a) Desasnando o Futuro Músico: Como música tradicional tem escrito os sons musicais. Informações de ordem neurológica sobre o ler e escrever música; b) Escrita do som e seus parâmetros altura, intensidade e timbre; b) Batendo o pezão em cima do tempo. Códigos de escrita para o tempo em música tradicional.
Caderno 3: a) Desasnando o Futuro Músico: Como a música nova tem escrito os sons musicais. Breve histórico da música nova. “Desafinando” o ouvido. Autores, obras, gramáticas e estéticas representativas da música nova. 
Caderno 4: a) Desasnando o Futuro Músico: Como a música nova tem escrito o tempo em música. Metros, Polimetria (Poliritmia), Planimetria, Arritmia, Atemporalidade. 

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J. Zula de Oliveira (2005). Modulação Hemisférica: O que é do Hemisfério direito e o que é do Esquerdo? Exercícios. A teoria sugere que, ao contrário do hemisfério direito, o hemisfério esquerdo processa os eventos de forma elementar e racional, dedutiva, sem emoção, sem capacidade de ligar os elementos em estruturas. Deste ponto de vista pode-se concluir que a musicalidade seja uma função do hemisfério direito, ao passo que o aprendizado teórico, simbólico e analítico seja do hemisfério esquerdo, sugerindo-se também que, em termos de beleza, expressão, musicalidade, interpretação, não se pode ficar apenas com os conhecimentos adquiridos com o hemisfério esquerdo. No Caderno “Modulação Hemisférica” são propostos exercícios de como passar (modular) a audição de eventos musicais de uma para a outra orelha, ou seja, de um hemisfério para o outro. 

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J. Zula de Oliveira (2005). “Leituras sobre 10 temas musicais”. Está sendo escrito em formato de Cadernos. O Caderno 1 (já publicado) trata de dois capítulos: a) Consonâncias e Dissonâncias musicais na História da Música Ocidental e b) Sistemas Acústicos e seu uso na Música Ocidental. Abaixo, o plano da obra: 
Capítulo 1: “Conceito de consonância e dissonância na história da música ocidental”.
Capítulo 2: “Sistemas acústicos e seu uso na música ocidental.
Capítulo 3: “Teoria e prática do modalismo”. 
Capítulo 4: “Harmonia tonal e suas relações com a forma musical”.
Capítulo 5: “O treinamento auditivo no ensino do repertório baseado nas técnicas dodecafônicas e serial”.
Capítulo 6: “Timbre como elemento constitutivo no repertório musical do século XX”.
Capítulo 7: “Ritmo e tempo como elementos estruturadores da musica tonal”.
Capítulo 8 “A arte da ornamentação e o pensamento musical dos séculos XVII e XVIII”.
Capítulo 9: “Análise comparativa dos princípios e técnicas de improvisação musical”.
Capítulo 10: “A evolução da notação musical desde a idade média até nossos dias”.
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J. Zula de Oliveira (2008). “Anatomia do Dom”. Caderno com 28 folhas (formato A4). Após uma curta exposição sobre a babel de termos usados para expressar o que é “dom”, faz-se uma reflexão sobre o que de fato seja realmente o “dom”, e como ele tem sido tratado desde estudos antigos até os mais recentes. Aborda-se também a diversificação dos “dons” e suas implicações neurais. Fala-se também sobre memória musical, variação e níveis de “dons” que podem ser incorporados a determinadas pessoas, bem como sua quantificação. Aborda-se ainda: qual o papel da herança e o do meio ambiente na configuração de um “dom”; o “dom musical” e indicadores de musicalidade; “Dom” estudos teóricos, como se relacionam. O que interfere na diversidade de desempenho das pessoas que o portam. Será que todos podem ser músicos? Será que os fatores que levam ao sucesso de um profissional da música estão necessariamente atrelados ao “dom musical” que ele possa ter? Ao final faz-se uma consideração sobre lateralização hemisférica e musicalidade. 
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