Professor Zula

Fotos

Por que fotos?
É comum conferir-se várias funções à fotografia, sejam quais forem os métodos adotados para efetuá-la. Entre estas funções estão a de registro, a de modelo, a de feedback e a de auto-retrato. O que quer dizer isto? Quer dizer que a fotografia, é antes de tudo um testemunho do momento em que é feita. 
Por ser uma linguagem específica, a imagem toma-se mais flexível de compreensão do que o texto, por suportar, em sua estrutura, vários significados. Como tal, a imagem pode ser lida exatamente como uma narrativa linear textual e momentânea. Dela cada pessoa pode fazer a sua interpretação e atribuir-lhe o significado que for mais apropriado ao perceptor.

Então, por que fotos neste site?
Algumas motivos poderiam ser citados. Eis alguns:

a) Uma foto pode dizer o que muitas palavras não dizem ou dizem mal.
b)
Porque as fotos revelam a vida de um personagem. Então: “dize-me com quem andas e dir-te-ei quem és”. Fotos são atestados de nossa identidade. Ao longo dos anos deparamo-nos com muitas “celebridades” e aqui queremos homenageá-las, reconhecendo ao mesmo tempo, se com elas aprendemos, o quanto lhe devemos.
c)
Nunca é demais lembrar através de fotos do nosso passado, aqueles que nos ajudaram a ser o que somos.
d)
o leitor deve lê-las como roteiro da trajetória profissional e pessoal de quem as publica.

 
Diante do Professor H.J. Koellreutter
Os Professores Marilena e Zula (Cabatão-SP)
Discutem a regência coral.
Com o Maestro e Compositor Edino Krieger, o Prof. Zula Conversa sobre Educação Musical no Rio de Janeiro - GB 
  
Com um click da câmera constrói-se um significado, faz-se uma escolha, seleciona-se um tema, conta-se uma história. Cabe ao espectador o imenso desafio de lê-la com propriedade. 
Diante do Professor H.J.Koellreutter os Professores Marilena e Zula (Cabatão-SP) O Prof. Zula de Oliveira e o Maestro Bernardo Federowski, em reunião cultural da FAPA.
   
Sob a regência de Marilena de Oliveira, "Os Musicantes" em concerto no Parque do Ibirapuera - São Paulo, SP. Em curso patrocinado pela LINC (Lei de Incentivo à Cultura) Marilena ministra aula de técnica vocal para coros.
 
Pe. Jaime C. Diniz, Maestro, compositor e musicólogo, no Festival de Inverno de Curitiba (1975), dirigido pelo Maestro Roberto Schnorrenberg. Deles participamos de seus ensinamentos e de sua amizade. Da esquerda para a direita: Ricardo Righini (percussionista), Rafael Righini (maestro e apresentador em TV) e Marilena de Oliveira (maestrina) por ocasião de gravação de CD, com o coral da Secho-no-iê do Brasil, São Paulo, SP.
  
Compositor Mário Albanese e Maestrina Marilena de Oliveira. Por ocasião de concerto de "Os Musicantes", no Teatro do Centro Cultural de São Paulo, ocasião em que cantamos uma peça deste compositor: Jequibach. Maestro Samuel Kerr e a Maestrina Marilena de Oliveira, por ocasião de concerto com o Coral Paulistano no Espaço Cultural do Banco do Brasil no Rio de Janeiro, GB.
  
COLÉGIUM MUSICUM DE SÃO PAULO (1962). Da esquerda para a direita: Shirley Donadio, Marilena Emerich, Mariângela Réa, Marilena de Oliveira, Henrique Gregori, Samuel Kerr, Sandino Hohagen, Klaus Dieter Wolf, Ronaldo Bolonha. CORAL PAULISTANO DO TEATRO MUNICIPAL DE SÃO PAULO. Concerto na escadaria do Teatro Municipal regido pela Maestrina Marilena de Oliveira.
   
 Um Trio a serviço da Cultura Musical em Ubatuba, SP. No Centro o Maestro Alexandre Zilahi.  Defendendo-se dos pombos da Praça São Marcos em Veneza, Itália, o sorriso de Zula não esconde sua felicidade.
  
Os Professores Marilena e Zula
A Praxiterapia, segundo um Jornal de Brasília.
Nunca se estuda tanto que não se tenha mais nada o que aprender (Zula).
  
O compositor Paulinho Nogueira, juntamente com "Os Musicantes" executando sua Bachianinha nº 1, com arranjo para coro do Maestro Edmundo Villani Côrtes. Marilena regendo, põe o coração nas mãos, em seus braços, em todo o seu ser. Reger um grupo é algo que transfigura a pessoa do regente.
 

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